Tudo quieto! Nem as cadeiras se movem.
Ouço a respiração profunda do silêncio...
Aqui tudo parece estático, branco, uno, básico.
Uma única palavra poderá se mover.
A tiro do conforto para jogar na cara dos que se amedrontam.
Silêncio!
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
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