terça-feira, 9 de setembro de 2008

Uma cota...

Hoje meu dia se fez noite e nessa noite você estava lá...
Sem me olhar nos olhos, desfez o brilho da insensatez.
Talvez não fosse desse jeito!
Não, não era!
Meu beijo virou ruído, um grito da alma. Quero amar!
Mas, minha ilusão tinha nome, um desejo, um ardor, intenso.
Quero correr pela vida sem um arranhão. Não, não me deixam!
Pura vaidade de quem nunca amou...
Talvez fosse do meu jeito! Não, não era!
Você virou a esquina.
O vinho acalma a pele. Os sentidos me enganam sempre.
Um sentido ainda me conforta... a gula!
Volto sempre ao mesmo ponto. A mesma porta está fechada por dentro.
Não te encontro.
A mesa posta com um lugar ao centro. Você de volta! Uma noite apenas, o delírio, a minha cota.
Talvez não fosse desse jeito! Quem me dera...